O açúcar refinado faz mal à saúde

Atualizado: 17/05/2017

Neste artigo veremos por quê o açúcar refinado faz mal para a nossa saúde. Mas será que o ser humano sempre consumiu tanto açúcar como hoje em dia?

Na realidade não: até aproximadamente 300 anos atrás a humanidade não usava aditivos doces na sua dieta ordinária.

Em contrapartida, hoje somos uma civilização consumidora de milhares de toneladas diárias de açúcar refinado.

São poucas as pessoas que resistem a uma torta de morangos brilhando na vitrine da confeitaria. Parece que ela está ali, chamando você para comê-la, e a tentação muitas vezes é saciada com um bom pedaço.

açucar refinado faz mal

Saiba por quê o açúcar refinado faz mal para a saúde

O açúcar branco dissolve os dentes e os ossos, contudo, todos seus efeitos são lentos e acumulativos, drenando a saúde aos poucos.

É descalcificante, desmineralizante, desvitaminizante e um empobrecedor metabólico. Por isso não pode ser considerado um verdadeiro alimento, mas um poderoso antinutriente.

Quem ingere muito açúcar refinado fica dependente e tende a ter menos força.

Prova disto são os grandes consumidores de alimentos com açúcar, que geralmente são fracos, astênicos e não conseguem fazer quase nada sem usar um pouco de doce.

Por outro lado, pode ser considerado um produto antibiológico e está ligado ao surgimento de várias doenças.

Entre as mesmas podemos mencionar: arteriosclerose, câncer, leucemia, diabetes, enxaquecas, distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, pressão alta, diarreias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, cáries, problemas de crescimento e osteoporose, entre outras tantas.

Como o excesso de açúcar pode causar hipoglicemia

Pode parecer um paradoxo, mas um dos efeitos mais diretos do consumo excessivo de açúcar branco é a hipoglicemia, falta de açúcar no sangue.

Este distúrbio provoca mais comumente fraqueza, sensação de desmaio iminente, vertigens, tonturas, prostração, angústia, depressão, palpitação cardíaca, sudorese, etc.

O mecanismo é o seguinte: ao consumirmos açúcar em demasia, o pâncreas produz muita insulina, hormônio responsável pela utilização da glicose do sangue como combustível.

Quanto mais açúcar é consumido, mais insulina é produzida.

Com o tempo e o consumo continuado, o pâncreas acaba produzindo mais insulina do que o necessário, pois a sua liberação depende da avaliação da intensidade de estímulos gástricos e da dosagem de glicose disponível.

Mais insulina determina queima a mais de glicose, gerando a sua falta.

Este mesmo mecanismo, repetido em excesso, acaba ocasionando uma doença terrível e devastadora dos tempos modernos: o diabetes.

pâncreas acaba indo à exaustão, deixando de produzir a insulina suficiente para processar toda a glicose disponível no organismo, provocando hiperglicemia.

Em função disto, faz-se necessário aplicações extra de insulina, com o objetivo de compensar esta falta e regular o nível glicêmico.

Infelizmente, esta solução apenas ameniza a doença e a medicina atual ainda não encontrou uma cura definitiva para a mesma.

Precisamos mesmo de açúcar branco para viver?

Na realidade, não. Nós comemos doces e massas por dependência psicológica, bioquímica e fisiológica.

A dependência psicológica e bioquímica são na verdade metabólicas.

As células, especialmente as do cérebro, aprendem a utilizar exclusivamente os carboidratos que chegam em larga escala a partir da dieta doce dos nossos dias.

A especialização em açúcares originários da dieta conduz a um bloqueio da utilização de fontes proteicas e gordurosas para a produção de energia.

As vias metabólicas importantes no jejum, inicialmente ‘preguiçosas’, chegam a tornar-se abandonadas. Quem pratica regularmente o jejum?

Na verdade, não precisamos desses alimentos, pois os açúcares e os amidos estão presentes em outra forma natural nas frutas, sementes e raízes cruas.

Se os deixarmos de lado, passando a comer de forma mais saudável, podemos aumentar a nossa longevidade e reduzir os efeitos do envelhecimento.

Nossa dieta, assim com está, sobrecarrega muito o pâncreas, aumentando seu tamanho natural.

O órgão passa a produzir insulina e enzimas digestivas em excesso, na tentativa de reduzir o açúcar no sangue e digerir as densas gorduras, farinhas e açúcares usados na dieta.

O resultado final do ataque diário é que o pâncreas humano é três ou quatro vezes maior em relação a outros órgãos do que em qualquer outra espécie animal.

A isto se denomina hipertrofia, que não tem nada de eficiente. O órgão ‘bombado’ pela sobrecarga de funções acaba evoluindo para a falência.

A prevenção é o melhor remédio

Com toda certeza o melhor remédio neste caso é a prevenção.

O melhor seria se pudêssemos abolir os açúcares e as farinhas refinadas no cardápio do dia-a-dia, pois causam dependências do nosso organismo.

Não podemos esquecer que muitas doenças modernas são provocadas pelas más escolhas alimentares, então todo cuidado é pouco na hora de selecionarmos nossos alimentos.

Esperamos que tenha gostado destas informações sobre por quê o açúcar refinado faz mal e que comece a eliminá-lo aos poucos da sua vida.

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